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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA

Nasci em 12 de setembro de 1902, na cidade de Diamantina - MG, num sobrado que pertencia à meu avô e ficava na rua Direita, quase em frente à Catedral.
Meu pai, João César de Oliveira, era caixeiro viajante e violeiro. Ele adoeceu gravemente: contraíra a tuberculose. Mal conheci meu pai, pois quando faleceu tinha apenas 3 anos.
Minha mãe, Júlia Kubitschek de Oliveira, era professora. Foi meu anjo protetor e me ajudou muito.
Minha irmã, Maria da Conceição (Naná), era apenas um ano mais velha do que eu. Sempre me deu muito apoio nos momentos de desânimo.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PALAVRAS DE JK


"Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu País e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino."
Juscelino Kubitschek de Oliveira

domingo, 25 de outubro de 2009

Visita ao CATETINHO

Visitando o Catetinho

Pijama de Juscelino Kubitschek de Oliveira


Quarto de JK


Sala de Despachos








Cozinha do Catetinho

Bandeira utilizada no dia da inauguração do Catetinho 10 OUT 1956

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

ATHOS BULCÃO


Ao Querido Athos Bulcão

Athos Bulcão nasceu em 2 de julho de 1918 no Catete, Rio de Janeiro. Passou sua infância em Teresópolis.
Ele perdeu a mãe, Maria Antonieta da Fonseca Bulcão, de enfisema pulmonar, antes dos cinco anos e foi criado por seu pai, Fortunato Bulcão, amigo e sócio do escritor Monteiro Lobato.
Em sua família, havia um interesse pela arte. Suas irmãs o levavam freqüentemente ao teatro, aos salões de artes, aos espetáculos de companhias estrangeiras e à ópera.
Ele foi estudante de medicina, mas abandonou a faculdade em 1939, quando decidiu se dedicar à carreira artística.

Foi na casa do paisagista Burle Max, em 1943, que Athos Bulcão conheceu o arquiteto Oscar Niemeyer, de quem se tornou amigo e parceiro de muitos tabalhos.
Oscar Niemeyer lhe encomendou um projeto para os azulejos externos do Teatro Municipal de Belo Horizonte. A obra ficou inacabada e o painel não foi realizado.
Em 1945, trabalhou como assistente de Cândido Portinari na execução do painel de azulejos da Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte.
Em 1957, recebeu um novo convite de Niemeyer - colaborar na construção da nova capital da República (Brasília).
Na primeira vez em que esteve em Brasília, em 31 de março de 1958, encantou-se com a paisagem e com o céu, mudando-se definitivamente em agosto do mesmo ano.
Athos Bulcão deu aulas na UNB, entre 1963 e 1965. Mudou-se para Paris durante a ditadura militar.
Em 1993, um grupo de amigos e admiradores de sua obra fundaram a "Fundação Athos Bulcão".

Em 1996, o artista recebeu do governo brasileiro a Ordem do Mérito Cultural, em cerimônia no Dia Internacional da Cultura. No mesmo ano, ele também recebeu o Diploma de Reconhecimento do Instituto dos Arquitetos do Brasil por sua obra em prol da arquitetura nacional.

No ano seguinte, ele ainda ganhou o título de Cidadão Honorário de Brasília, por iniciativa da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Em uma quinta-feira, 31 de julho de 2008, às 9h20, morre o arquiteto, escultor, pintor, desenhista e mosaicista Athos Bulcão. Aos 90 anos, ele estava internado havia quatro meses no hospital Sara Kubitschek, em Brasília, onde se tratava do mal de Parkinson.